Consciência da fome emocional

Há dias em que me sabe lindamente terminar a refeição com algo doce e esta semana tive um desses dias. Foi esta a minha sobremesa. E que bem me soube! 😊

Mas senti que teve um gostinho diferente…
O pequeno tem os dentes a saírem em força e isso deixa-o super desconfortável e irrequieto. 😔 Faz com que não durma bem, com que nada o deixe entretido, que não queira estar sossegado e por aí fora. (Vai tudo melhorar, sei disso ❤️)

Mas enquanto não melhora, também não durmo, também me sinto cansada e com menos energia que o normal. E eis então que vem a minha mente a querer pregar-me partidas.
Mas não deixei. Peguei naquilo que sei e libertei-me delas. Fiquei orgulhosa. 😊💪

Bem, mas vou contextualizar-te para te poder ajudar de alguma forma.

Tudo começou assim…

Marido abre o congelador: “Queres gelado?”
Eu: “O meu emocional quer, o meu racional ainda está a decidir se precisa de gelado ou não.”

Ao ter verbalizado isto, tomei consciência da situação, agarrei logo o pensamento do: “Come que mereces. Estás cansada.” e alinhei a minha decisão com o que quero para mim.

Sei perfeitamente que ia ter um momento de satisfação mas que aquele gelado não me ia nem dar energia nem tirar-me o cansaço.

Então deixei para outro dia.
Porque quando comer gelado, quero que seja em pleno. Quero que seja porque me apetece comer gelado. E não porque “estou cansada por isso preciso de um gelado”

Tomei uma decisão. Plena do que quero para mim.

E tu também podes fazê-lo. 🙂❤️

Se queres o meu apoio e orientação para consegui-lo, envia-me uma mensagem privada.

Beijinho,
Mónica🌼

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